

Escultural devaneio














2007 meu Amor lol tens sido tão querido , olha agora que vais transformar –te em 2008 só posso dizer-te que continues a ser como és e com essa personalidade tão afável e alegre. Olha, eu não te esqueço, estarás sempre no meu coração.Até já, quero ver o teu novo fato.
Tua sempre Amiga,
PURAMENTE RIDÍCULA E FUNDAMENTALISTA A NOVA LEI DO TABACO
Pois é, parece que é hoje que regresso ao meu Templo. Saudades de Mim. De tudo. Aqui grito ,aqui me calo. Basta que me apeteça soprar indiferenças e objectos danosos. Tantos caminhos percorri entre giestas e hortelã. Aqui estou eu, definitivamente abraçada a Mim, mais do que nunca certa de quem sou, de onde vim e para onde vou. Em traços gerais posso afirmar: Eu Sou afortunada. Luto que me farto comigo mesma, luto com o mundo e ainda saio vencedora. Porquê queixar-me? Porquê dormir se o sonho é constante? Se sinto e vivo com a mesma intensidade dentro e fora de mim?
Hoje é daquelas noites em que ficaria a escrever até que o dia nascesse e me atiraria como uma fera às minhas próprias interrogações. Mas o corpo precisa de descansar para novas batalhas enfrentar. Hoje nem liguei à tv , não liguei a nada a não ser à minha própria intensidade. Sempre isto a remoer a minha alma. Gosto de mim, confesso. Tenho auto-estima. E não acho que seja um problema de sobrevalorização de ego mas de afirmação de que me aceito como pessoa integral com todos os meus defeitos e virtudes. Tenho tendência a desconfiar de tudo e de todos, esta minha natureza é-me já muito familiar, muito genuína. Incomodo muita gente, eu sei. Em todo o lado! Mas não me vou vergar a ninguém, não tenho que fazê-lo. Não sou um robot nem obedeço a comandos à distância. E como é duro assumir esta postura! Como fazer compreender algo a alguém que não quer compreender nada de nada? Que se pensa superior quando não sabe nada daquilo que diz para se fazer notado? Tenho tido uma paciência... mas sei que é assim que se vai em frente. Guerreiros não se cansam.sei que é assim que se vai em frente. Guerreiros não se cansam.







ESTAMOS CÁ TODOS E MUITO ESPERAMOS:EIS A LIBERTAÇÃO!
És palavra inacabada,
Sonho indeterminado
Língua de fogo encantada d’ Além
Imprecisa és, minha intensa sentença
És lago dourado e aprendiz silhueta certa
Louca semente espelhada na minha suavidade
Lâmina certeira e infame aqui estamos outra vez
CESSEM OS TUMULTOS NA ALMA
Enternecida , a minha musa levantou-se e enfrentou o julgamento com majestade e com a coragem amazona que sempre a acompanhara. Estava perfeita. Envolvida no manto escarlate que lhe oferecera, bastara um olhar e os juízes caíam a seus pés. Não puderam levá-la ao cadafalso, não ousaram sequer tocá-la. E seguiu o seu caminho guardada pelos seus anjos dourados de reflexos, um caminho de luar sem fim...
MM.

Não mexam comigo, não insistam em discriminarem-me,não vos vale a pena.Ainda bem que não sou da vossa raça.Engraçado como vocês falam tão mal o Português hahahaha Então reduzam-se à vossa insignificância e respeitem para serem respeitados.Seus arianos desgraçados!Para não dizer bem pior.Alerto-vos de que comigo não há brincadeira,estamos entendidos?Agora ide pela sombra,ide e não volteis,a porta está fechada.Adeus.
Na melancolia, silêncios são poderosas cachoeiras que a mão humana não ousa tocar
Cedo os fios de luz se ligam
Ao inverno do sol e se aprontam
Para a melodia da chegada
Não admiro a confecção das lutas ingratas
Novo dia desponta nos braços da flor
Encharcada pela claridade
E cerro a cortina da tristeza
Para dançar no meu palco radiante
Não mudam os tempos que eu não quero que mudem, 
Água de centenárias raízes ao luzir emprestadas
A serenidades doces e agitadas
Encontro-te nas luzes sagradas
O caminho dos sete silêncios
Celebrando o ressurgir
Nadamos em bibliotecas aquáticas
Sinónimos interiores de espuma rendilhada
Norte é o segredo intuitivo da nossa alvorada
Abraço orgiástico lento de prazer na voz calada
Levantam-se navios, enfrentam-se batalhas e o corredor do silêncio é festa nacarada, envolvendo cheiro embutido da lembrança. O Sol é inconsistente em paixões arenosas.
Encontros e desencontros confluem e num eterno regresso estou aqui, magnânima na minha história acelarada.
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Que estarias a meu lado
Num encontro fugaz mas planeado
Pelos seres da eterna verdade
Senti-te sem precisar
De ver-te tão perto
Porque era já um facto adquirido
Um quadro a óleo incompleto
Mas eles queriam mais...
E quando dei por mim
Estremecia já no teu olhar
Naqueles pormenores
Só nossos ardores fatais
Que nunca morreram
Uma dança de véus sem fim
A tua atitude era a mesma de sempre
Mente com mente lutavamos
Contra o nosso eterno pacto
E não disfarçamos bem, olhamos
O passado solenemente
E só queríamos regressar
Até agora o teu beijo me inquieta
Mas sei que não devo voltar a amar-te
Porque ainda te amo dolorosamente
E tu, continuas também a amar-me
E a não compreenderes o porquê
De eu te ter dito Adeus, breve
Sem condimentos cénicos
Decidi amarrar-me à frieza
E desculpa, de lá não quero sair.
“As carícias”, de Fernand Khnopff

Encontrei-te num claustro impreciso, tinhas o travo dos fantasmas ideais e a aparência incestuosa das mãos sádicas do silêncio. Encerrado, movias-te ao som dos melodiosos beijos dum longo e intocável olhar. Aproximei-me.
Esperaste que me debruçasse na janela do teu desejo e sem que emitisses um som, eu ouvía-te rezares, contorcias o corpo como uma mola impulsionada pelo desdém de uma Deusa. Querias e não podias atravessar a muralha inexistente das orientais luzes desse ímpeto esquelético. Já o silêncio vergastava a cor da tua odisseia onírica quando gritaste ao sentires as unhas cravadas na carne opaca da fuga.
Já era novo dia quando regressei e te encontrei baloiçando nas sementes, procuraste sentir o sol triangular que invadia a tua irónica e indecente postura. Chamavas-me e eu não aparecia. As feridas eram demasiado deliciosas para que pretendesses curá-las, um fio de água intermitente aquecia a tua mordaz e cada vez mais quente harmonia.
Chamavas-me, e não me sabias. E continuavas a chamar-me, mas era o deserto das minhas chamas , lanças que te atravessavam os cabelos, o único tesouro que sentias estar perto mas inocentemente inacessível.

Erraste
Não poluas os meus riachos
Com produtos senis e pretensiosos
Não te fica bem essa arrogância
Ela pertence apenas aos deuses
Espreme o sumo das lentes
Sentimentos eloquentes
Nas asas da minha vitrine
Nada sabes
Nada entendes
Querias ter explorado a selva vadia dos meus pesares mas a minha dor foi sempre o colorido da tua insatisfação. Olha-me então, nos olhos da tua lápide púrpura e desdenha a sombra da massacrada
You are my personal possession,
You're mine alone
You are my personal possession,
My very own.
Nobody else must kiss you but me,
Nobody else must miss you but me.
Nobody must dream of you but me,
And nobody else must love you but me.
You're my personal possession,
That's what you are.
You're my magnificent obsession,
My lucky star.
I own you exclusively,
Darling, you belong to me.
You're my personal possession,
My precious love!
(Background vocals:)
(Nobody else must kiss you but me,
Nobody else must miss you but me.
Nobody must dream of you but me)
(Nat:)
And nobody else must love you but me.
You're my personal possession,
That's what you are.
You're my magnificent obsession,
My lucky star.
I own you exclusively,
Darling, you belong to me.
You're my personal possession,
My precious love!
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Nat King Cole