Dá-me um olhar e eu fulmino-te sem misericórdia
Nesta vida de morte podes alastrar a tua dor
Podes adulterar todo o sentido são olhos vazios que planam
Nas palavras insensatas e fúteis a serpentearem asas de morcego em fogo sulfato ácido terramoto
Pontos ilustrados fantasmagoria fulgor
Nada supõe simpatia fácil…
Tudo ordenado em desalinho assim me deleito deito-me no leito abandonado das eras, espremo laços de ramos de flores para defuntos, amarro-te à terra e desenterro o teu terror
Espera-me…das sombras renasce frio nevoeiro!



