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Saturday, January 10, 2009

Da incoerência


Dança, abóbada infernal
Nas costas de um retalho abrigo cáustico
De terras insensatas a borbulharem
Gotas ásperas de sons
Na infame reverência no aproximar
Do oceano rubro
À terra das tuas interrogações

Sabes o nome dos montes das águas
Mas evitas pronunciar o sacramento
Não sei porque te escondes
Nas miragens afogadas

Saturday, February 23, 2008

Here!

Tempo de renascer na minha uterina ractio.E é mesmo assim,por mais palavras que se entrelacem apenas o sentimento se traduz sem ser definido.É assim que funciona a "Opera Magna".

Saturday, January 26, 2008

Pacífica sintonia


Ora aqui estamos uma vez mais,vamos lá a mais uma sessão de grafemas sem nexo para entreter a mente por um momento.Pronto,já está.O que se passará de seguida nada é mais do que umas das muitas reminiscências que se encontram entre mares perfumados de jasmins decorados,olhos entreabertos,palpitação mourisca.Silêncio entre silêncios...

Ombro,inteiro.Festas sagradas...

Recebidas as tuas ondas serenas.

Friday, January 18, 2008

AR FRESCO


Respira absorve recompõe laços vazios mármore transparente

Luz há e que sobre mas a noite é a própria luz

Fuma o cinzeiro inteiro claro memória reconstruída

Assim se faz nas alturas mais excitantes quando não há vento

Então invento verdadeiros milagres

Monday, June 25, 2007

És palavra inacabada



És palavra inacabada,


Sonho indeterminado


Língua de fogo encantada d’ Além


Imprecisa és, minha intensa sentença


És lago dourado e aprendiz silhueta certa


Louca semente espelhada na minha suavidade


Lâmina certeira e infame aqui estamos outra vez



CESSEM OS TUMULTOS NA ALMA



Enternecida , a minha musa levantou-se e enfrentou o julgamento com majestade e com a coragem amazona que sempre a acompanhara. Estava perfeita. Envolvida no manto escarlate que lhe oferecera, bastara um olhar e os juízes caíam a seus pés. Não puderam levá-la ao cadafalso, não ousaram sequer tocá-la. E seguiu o seu caminho guardada pelos seus anjos dourados de reflexos, um caminho de luar sem fim...



MM.



Thursday, February 15, 2007

Palavras para quê?...