
Monday, October 1, 2007
LUTAREI SEMPRE !!!!!!!

Sunday, September 23, 2007
Monday, September 10, 2007
11 de Setembro

Thursday, September 6, 2007
Até sempre

Granada
VolareNessun Dorma
Ave Maria-Schubert
BRAVO!
Friday, August 31, 2007
DIA DO BLOG

Dia do Blogue...haha...
É com gosto que celebro esta data de todos os dias
ou daqueles dias que são dias
e corro para um diário
que não chega a sê-lo
Mas gosto de aqui estar
mesmo quando não estou
gosto de ver os textos que não publiquei
porque seria demasiado público
e daqueles que partilhei
mesmo sem querer
Blogar é jogar
rir e chorar
esquecer
celebrar
voltar
aqui
@
Sunday, August 26, 2007
Força Sporting
Hoje reparamos bem como uma infantilidade pode arrasar o desempenho de um guerreiro,já sabemos que não voltará a repetir-se,porque o guerreiro sabe que agora está mais forte e apto para provas mais importantes.Hoje foi apenas mais um teste.A Glória da Supertaça já ninguém nos tira.Nem o que de bom nos pertence e ainda virá a nós.
Assim,meus amigos,companheiros kármicos do Sporting Clube de Portugal,vamos continuar a acreditar.Porque vamos longe passo a passo...com muita Tranquilidade:)
Monday, July 30, 2007
Observando

I'M WATCHING YOUR STEPS
Monday, July 23, 2007
O DEPOIS

ENJOY:
O Antes

Saturday, July 7, 2007
O DIA-777
ESTAMOS CÁ TODOS E MUITO ESPERAMOS:EIS A LIBERTAÇÃO!OBRIGADO A TODOS OS NOSSOS AMIGOS.
A LEI DO KARMA É JUSTA E HOJE CANTAMOS A NOSSA LIBERDADE:
BEM-HAJAM TODOS.
UM ABRAÇO CÓSMICO,MUITO VOS AMAMOS,
JC,SG,ND,SB,K,E TODOS AQUELES QUE DESTE LADO POR VÓS E EM VÓS VIVEM.
Monday, June 25, 2007
És palavra inacabada

És palavra inacabada,
Sonho indeterminado
Língua de fogo encantada d’ Além
Imprecisa és, minha intensa sentença
És lago dourado e aprendiz silhueta certa
Louca semente espelhada na minha suavidade
Lâmina certeira e infame aqui estamos outra vez
CESSEM OS TUMULTOS NA ALMA
Enternecida , a minha musa levantou-se e enfrentou o julgamento com majestade e com a coragem amazona que sempre a acompanhara. Estava perfeita. Envolvida no manto escarlate que lhe oferecera, bastara um olhar e os juízes caíam a seus pés. Não puderam levá-la ao cadafalso, não ousaram sequer tocá-la. E seguiu o seu caminho guardada pelos seus anjos dourados de reflexos, um caminho de luar sem fim...
MM.
Wednesday, June 20, 2007
É O VOSSO FIM, LADRÕES

Não mexam comigo, não insistam em discriminarem-me,não vos vale a pena.Ainda bem que não sou da vossa raça.Engraçado como vocês falam tão mal o Português hahahaha Então reduzam-se à vossa insignificância e respeitem para serem respeitados.Seus arianos desgraçados!Para não dizer bem pior.Alerto-vos de que comigo não há brincadeira,estamos entendidos?Agora ide pela sombra,ide e não volteis,a porta está fechada.Adeus.Saturday, June 16, 2007
SPLEEN DE VERÃO
Poema-Acto
As nuvens choram silêncios temperados
Na melancolia, silêncios são poderosas cachoeiras que a mão humana não ousa tocar
Cedo os fios de luz se ligam
Ao inverno do sol e se aprontam
Para a melodia da chegada
Não admiro a confecção das lutas ingratas
Novo dia desponta nos braços da flor
Encharcada pela claridade
E cerro a cortina da tristeza
Para dançar no meu palco radiante
Monday, June 11, 2007
LET'S GO!
Não mudam os tempos que eu não quero que mudem, A inocência de um guerreiro é a garantia de segurança
Sábios que se alegram em se descobrirem néscios
Vontades irascíveis que desmontam as ilusões
A vós, nada mais direi,a minha majestade é maior
E a força que a move é para vós um véu escuro,
Não quero brincar com fraudes,estou acima,Vôo Alto...
Sunday, June 3, 2007
SEMÁFORO

Sunday, May 27, 2007
Thursday, May 24, 2007
Infinito celeste-coordenadas emotivas
Água de centenárias raízes ao luzir emprestadas
A serenidades doces e agitadas
Encontro-te nas luzes sagradas
O caminho dos sete silêncios
Celebrando o ressurgir
Nadamos em bibliotecas aquáticas
Sinónimos interiores de espuma rendilhada
Norte é o segredo intuitivo da nossa alvorada
Abraço orgiástico lento de prazer na voz calada
Levantam-se navios, enfrentam-se batalhas e o corredor do silêncio é festa nacarada, envolvendo cheiro embutido da lembrança. O Sol é inconsistente em paixões arenosas.
Encontros e desencontros confluem e num eterno regresso estou aqui, magnânima na minha história acelarada.
Wednesday, May 23, 2007
Ruína vivente
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Não era novidade
Que estarias a meu lado
Num encontro fugaz mas planeado
Pelos seres da eterna verdade
Senti-te sem precisar
De ver-te tão perto
Porque era já um facto adquirido
Um quadro a óleo incompleto
Mas eles queriam mais...
E quando dei por mim
Estremecia já no teu olhar
Naqueles pormenores
Só nossos ardores fatais
Que nunca morreram
Uma dança de véus sem fim
A tua atitude era a mesma de sempre
Mente com mente lutavamos
Contra o nosso eterno pacto
E não disfarçamos bem, olhamos
O passado solenemente
E só queríamos regressar
Até agora o teu beijo me inquieta
Mas sei que não devo voltar a amar-te
Porque ainda te amo dolorosamente
E tu, continuas também a amar-me
E a não compreenderes o porquê
De eu te ter dito Adeus, breve
Sem condimentos cénicos
Decidi amarrar-me à frieza
E desculpa, de lá não quero sair.
Sunday, May 20, 2007
Thursday, May 17, 2007
Gesto
“As carícias”, de Fernand Khnopff

Encontrei-te num claustro impreciso, tinhas o travo dos fantasmas ideais e a aparência incestuosa das mãos sádicas do silêncio. Encerrado, movias-te ao som dos melodiosos beijos dum longo e intocável olhar. Aproximei-me.
Esperaste que me debruçasse na janela do teu desejo e sem que emitisses um som, eu ouvía-te rezares, contorcias o corpo como uma mola impulsionada pelo desdém de uma Deusa. Querias e não podias atravessar a muralha inexistente das orientais luzes desse ímpeto esquelético. Já o silêncio vergastava a cor da tua odisseia onírica quando gritaste ao sentires as unhas cravadas na carne opaca da fuga.
Já era novo dia quando regressei e te encontrei baloiçando nas sementes, procuraste sentir o sol triangular que invadia a tua irónica e indecente postura. Chamavas-me e eu não aparecia. As feridas eram demasiado deliciosas para que pretendesses curá-las, um fio de água intermitente aquecia a tua mordaz e cada vez mais quente harmonia.
Chamavas-me, e não me sabias. E continuavas a chamar-me, mas era o deserto das minhas chamas , lanças que te atravessavam os cabelos, o único tesouro que sentias estar perto mas inocentemente inacessível.








